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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Classificação do Sujeito
O sujeito das orações da língua portuguesa pode ser determinado ou indeterminado. Existem ainda asorações sem sujeito.
1 - Sujeito Determinado: é aquele que se pode identificar com precisão a partir da concordância verbal. Pode ser:

a) Simples
Apresenta apenas um núcleo ligado diretamente ao verbo.
Por Exemplo: 
rua estava deserta.
Observação: não se deve confundir sujeito simples com a noção de singular. Diz-se que o sujeito é simples quando o verbo da oração se refere a apenas um elemento, seja ele um substantivo (singular ou plural), um pronome, um numeral ou uma oração subjetiva.
Por Exemplo:
Os meninos estão gripados.
Todos cantaram durante o passeio.

b) Composto
Apresenta dois ou mais núcleos ligados diretamente ao verbo.
Tênis e natação são ótimos exercícios físicos. 
c) Implícito - Oculto
Ocorre quando o sujeito não está explicitamente representado na oração, mas  pode ser identificado.
Por Exemplo:
Dispensamos todos os funcionários.

2- TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO
Sujeito e Predicado
Para que a oração tenha significado, são necessários alguns termos básicos: os termos essenciais. A oração possui dois termos essenciais, o sujeito e o predicado.
Sujeito: termo sobre o qual o restante da oração diz algo.
Por Exemplo:
As praiasestão cada vez mais poluídas.
Sujeito


Predicado: termo que contém o verbo e informa algo sobre o sujeito.
Por Exemplo:
As praiasestão cada vez mais poluídas.
Predicado

Posição do Sujeito na Oração
Dependendo da posição de seus termos, a oração pode estar:
Na Ordem Direta: o sujeito aparece antes do predicado.
Por Exemplo:
As criançasbrincavam despreocupadas.
SujeitoPredicado
Na Ordem Inversa: o sujeito aparece depois do predicado.
Brincavam despreocupadasas crianças.
PredicadoSujeito
Despreocupadas,as criançasbrincavam.
PredicadoSujeitoPredicado
Exercícios – Tipos de Sujeito
8º anos E e F – 2013
Profª Vilma Freitas


1) Identifique o sujeito e predicado de cada oração. Siga o exemplo
a)  Nós vamos para casa.
Sujeito: nós     Predicado: vamos para casa.

b)  A criança pequena quebrou o vaso da mãe.
c)  Todos os sábado, minhas primas e eu vamos passear juntas.
d)  Três pássaros brancos estavam pousados na janela da casa.

2) Reescreva as orações a seguir, acrescentando um ou mais núcleos ao sujeito. Siga o exemplo
a) Meu pai foi viajar no final de semana.
    Meu pai e minha mãe foram viajar no fim de semana.

b) Minha gata de estimação tomou banho ontem.
c) O meu vizinho conversou comigo.
d) Apareceu um passarinho no meu apartamento.
e) Ana Paula foi ao cinema ontem de noite.
f) Após a aula, eu resolvi visitar meus avós.

3) Grife o núcleo do sujeito nas orações a seguir, se possível, e classifique-os.
a) Maria não terminou o trabalho de Ciências. 
b) O Natal e o Ano Novo alegram os corações.
c) Descobri que preciso estudar mais para a prova de amanhã.
d) Deixaram a luz do corredor acesa novamente!
e) As férias nunca são chatas!
f) Faz muito calor neste mês!


Se quiser respostas contate-me: vilmanec@cursosnec.com  ou vilmanec@hotmail.com


domingo, 6 de outubro de 2013

Liberdade - Cecília Meireles com gabarito

(Algumas das questões foram baseadas no saresp)

Liberdade

Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.

Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade!/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.

Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá-la, combater e certamente morrer por ela.

Ser livre como diria o famoso conselheiro... é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)
 
Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes.

Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (As vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)
 
Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!
 ... 

Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da Liberdade nas mãos!
 ... 

São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos
construtores de Babel...

(MEIRELES, Cecília.
 Escolha o seu sonho:crônicas Editora Record  Rio de Janeiro, 2002, pág. 07.)


Após ler atentamente o texto, responda as questões de 1 a 10: 


1.De qual livro foi retirado o texto Liberdade? ___________________________

De quem é a autoria? ________________________________


(Nas questões 2 a 7, assinale a alternativa correta)

2.O texto afirma que
(A) a escravidão depende das escolhas das pessoas.
(B) a liberdade de um acaba onde começa a liberdade de outrem.
(C) as criaturas combatem a liberdade com entusiasmo juvenil.
(D) os sentimentos sombrios deslumbram a liberdade.

3. O resultado de ser livre é
(A) ampliar a órbita da vida.
(B) cantar a liberdade como nossos avós.
(C) viver sem sonhar.
(D) viver sem qualquer obrigação.

4. A liberdade é tão fundamental ao homem que
(A) certamente se prefere a morte à liberdade.
(B) com liberdade tudo se consegue na vida.
(C) onde não há liberdade não há pátria.
(D) sem liberdade não se constrói coisa alguma.

5. Em “Ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado (...)"

os termos destacados se referem a pessoas que

(A) comportam-se de forma imprevisível.
(B) desobedem às regras e às convenções.
(C) fazem só o que os outros lhes determinam.
(D) sabem muito bem o que devem realizar.

6. No segundo parágrafo do texto, entende-se que a Liberdade é
modernos.

(A) a inspiração para cantos antigos e
(B) o bem mais precioso do homem.
(C) um bem esquecido por nossos parentes.
(D) uma luta que, às vezes, vale a pena travar.

07. A questão central tratada no texto é

(A) a emoção dos antepassados.
(B) a felicidade das pessoas
(C) a liberdade humana.
(D)o combate à escravidão.

8.Qual o significado da palavra liberdade para você?

9.Você acha que  o Brasil, atualmente, é uma nação livre? Justifique sua resposta?


10.PRODUÇÃO DE TEXTO : “Ser livre é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho” (4º parágrafo). Como você compreende  esse trecho? Comente em 10 linhas

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Avaliação de Português - 7º ANOs     (individual)

Apagão em escala planetária festejará o brilho das estrelas

Pouca gente ouviu falar de poluição luminosa, mas tal coisa existe e é um pesadelo na vida de astrônomo, pois rouba a beleza do céu estrelado. Não foram os astros que perderam o frescor, a humanidade é que iluminou intensamente a Terra e ofuscou a noite. A poluição luminosa é causada pelo excesso de iluminação urbana. (...) Para chamar a atenção para o problema, astrônomos de diversos países começaram a organizar algo como o dia mundial do céu escuro. A idéia é que as luzes das cidades fossem apagadas por alguns instantes. Isso em 18 de abril de 2005, quando seriam lembrados os 50 anos da morte de Albert Einstein.
(Revista O Globo, Rio de Janeiro, 3/10/2004)

1 - Da leitura do texto, pode-se entender que a poluição luminosa é provocada
a) pelo brilho intenso das estrelas.
b) pela perda do frescor dos astros.         
c) pela pouca iluminação de algumas cidades. 
d) pelo excesso de iluminação urbana.    
e) pelo brilho lunar.

2 - De acordo com o texto, o excesso de iluminação é uma preocupação para os astrônomos porque
       a)    dificulta a iluminação urbana.    
       b)     ilumina excessivamente a cidade.
       c)     impede a plena observação das estrelas.
       d)     torna a noite ainda mais escura.
       e)     as pessoas se incomodam com tanta luz.

3 - A questão central tratada no texto é a
a) economia de energia.                                                             
b) beleza das estrelas.                                                         
c) pesquisa dos astros.                                                                    
d) poluição luminosa.         
e) A falta de luz.

4 - A finalidade desse texto é
a) informar a preocupação dos astrônomos.
b) denunciar os perigos de um apagão.
c) alertar sobre o consumo de energia.
d) valorizar o excesso de iluminação urbana.
e) mostrar a preocupação das pessoas referente a luz.

5 - Assinale a frase em que os advérbios expressam ideias de tempo e negação:
a) Falei calmamente com os embaixadores.
b) Não me pergunte as razoes da minha atitude.
c) Eles sempre chegam atrasados.
d) Hoje acreditei em você, mas não acreditarei mais!
e) Agora seremos felizes para sempre.

O CADERNO

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Em todos os desenhos coloridos vou estar:
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel.
(...)
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado, se lhe dá prazer.
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer.
Só peço a você um favor, se puder:
Não me esqueça num canto qualquer.

6 - A expressão “A vida segue sempre em frente” indica que na vida:

a) tudo acaba.
b) tudo passa.
c) tudo estaciona
d) tudo fica como está.
e) passamos por fases.

7 - No poema, o verso “Do primeiro rabisco até o be-a-bá” sugere a aprendizagem

a) do desenho.
b) da fala.
c) da escrita.
d) da pintura.
e) da leitura.

8 - A partir da leitura do poema, pode-se concluir que o caderno
a) gosta muito de todas as crianças.
b) fala como se fosse uma pessoa.
c) sonha com desenhos coloridos.
d) gosta muito de rabiscar.
e) fica triste por ser deixado de lado.


Interpretação de texto  
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO 


Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.

Andrade, Carlos Drummond de. A incapacidade de ser verdadeiro. In ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Deixa que eu conto. São Paulo: Ática, 2003. Literatura em minha casa, v. 2, p.44.
   
      1- Quando Paulo chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas, a mãe
        (A) colocou-o de castigo.               (B) deixou-o sem sobremesa.
        (C) levou-o ao médico.                   (D) proibiu-o de jogar futebol.

       2- A mãe de Paulo ficou preocupada com o filho porque ele
       (A) machucou-se no pátio da escola.          (B) contava histórias criativas.
       (C) desistiu de jogar futebol.                           (D) queixou-se do médico.

      3- A preocupação da mãe que a fez levar o filho ao médico deveu-se à
       (A) fábula dos dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
       (B) história do pedaço de lua, cheio de queijo no pátio da escola.
     (C) passagem das borboletas pela chácara de Siá Elpídia formando um tapete voador.
       (D) imaginação do menino ao criar suas histórias fantasiosas.

       4- O parecer do médico "Este menino é mesmo um caso de poesia", sugere que Paulo 
(A)     agia dessa forma pelo excesso de castigo. 
(B)  brincava com coisas verdadeiras.
(C) era um menino imaginativo e criativo.   
(D) estava precisando do carinho familiar.

       5- Dona Coló castigava o filho porque acreditava que ele estivesse
        (A) brincando.        
        (B) sonhando.      
        (C) mentindo.   
        (D) teimando.

        6- O texto sugere que
                 (A) mentira e teimosia andam juntos. 
                 (B)  mentira e fantasia são sinônimos.
                 (C) mentira e sonho parecem brincadeiras. 
                 (D) mentira e imaginação são diferentes.

A LUA NO CINEMA
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
Amanheça, por favor!
                                                                           LEMINSKI, Paulo

      7- De acordo com o poema "A lua no cinema", a estrela
                        (A) era pequena e solitária.  
                        (B) parecia grande na janela.
                        (C) tinha um namorado apaixonado. 
                        (D) viveu uma bela história de amor.

      8- O último verso "– Amanheça, por favor!" sugere que a lua
      (A) achou o filme da estrela que tinha namorado engraçado. 
      (B) acreditava que a estrela era pequena e sem graça.
      (C) desejava esquecer a história da estrela solitária. 
      (D) gostava mais do dia do que da noite.

      9- O texto "A lua no cinema" é um poema por usar   
      (A) orações.        (B) períodos.         (C) parágrafos.         (D) versos.

      10- Da leitura do poema percebe-se que a estrela 
       (A) era um astro insignificante.                
       (B) era uma artista engraçada.  
       (C) tinha inveja da lua.                          
       (D) tinha uma história feliz.

       11- O poema trata
      (A) da solidão.       
      (B) da tristeza.          
      (C) da amizade.           
      (D) do ciúme.

PROCURA-SE! 

Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau!
O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos.
Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos.
É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos.
Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução.
O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos.
O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre.
FONSECA, Lorena

       12- O balança-rabo-canela é um beija-flor que
        (A) pesa apenas nove gramas.  
        (B) põe ovos o ano inteiro.   
        (C) possui uma lista branca nas asas. 
        (D) tem as costas cor de bronze.

      13- Em "Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho", o termo destacado refere-se a
        (A) brotos em geral.                 (B) colibris pequenos.
        (C) grãos de pólen.                  (D) insetos comestíveis.

      14- O balança-rabo-canela, depois de sugar o néctar,
             (A) alimenta-se de insetos variados.  
                (B) auxilia as fêmeas na criação dos filhotes. 
                (C) contribui para a reprodução das flores. 
             (D) cuida dos filhotes por quase um mês.

 15- Os beija-flores estão ameaçado de extinção porque
        (A) comem até oito vezes o seu próprio peso. 
        (B) o ambiente em que eles vivem está sendo destruído.
        (C) gastam muita energia para voar. 
        (D) têm de lutar constantemente por seus recursos.

        16- O texto "Procura-se!"
      A) informa sobre o perigo de extinção dos beija-flores chamados de "balança-rabo-canela".
      B) inventa algumas características sobre os beija-flores chamados de "balança-rabo-canela".
        C) traz um relato de experiência científica com os beija-flores chamados de "balança-rabo-canela".
      D) anuncia que alguém está procurando beija-flores chamados de "balança-rabo-canela" para comprar.

       17- A questão central tratada no texto é
       (A) a preservação dos beija-flores.
       (B) a reprodução de animais silvestres.
       (C) o crescimento das cidades. 
       (D) o hábito alimentar das aves.

Se     Se quiser respostas contate-me: vilmanec@cursosnec.com  ou vilmanec@hotmail.com