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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Dica de ortografia   S ou SS

                                            Prof. Sérgio Nogueira
Devemos escrever com S:
ânsia, apreensão, arsênico, ascensão, balsa, cansaço, comparsa, convulsão,compreensão,compulsão, consenso,conversão,descansar,despensa,despretensioso, dimensão, dimensão, dispersão, distensão, estender, excursão, extensão, extorsão, farsa, ganso, hortênsia, justapor, misto, obsessão, persiana, pretensão, propensão, propulsão, recensear, salsicha, subsidiar, tenso, versátil...

Devemos escrever com SS:
acessível, admissão, agressão, assessor, assessoria, aterrissar, bissetriz, bússola, cassino, compressa, concessão, discussão, dissertação, dissídio, dissipar, emissão, endossar, excessivo, excesso, girassol, idiossincrasia, obsessão, opressão, permissão, pêssego, pintassilgo, presságio, procissão, promissória, remissivo, repercussão, ressaca, ressalva, ressurreição, ressuscitar, sanguessuga, secessão,
sucesso, verossimilhança.

Atividades

7º ano: Escolha 5 palavras com "S" e outras 5 com "SS", pesquise os significados no dicionário e faça um lúdico: palavras embaralhadas (embaralhar as letras)

8º ano: Escolha 5 palavras com "S" e outras 5 com "SS", pesquise os significados no dicionário e construa 10 frases com um dos significados de cada palavra. Sublinhe a palavra na frase.

9º ano: Escolha 5 palavras com "S" e outras 5 com "SS", pesquise os significados no dicionário e formule um texto com um dos significados de cada palavra. Sublinhe a palavra no texto. coloque um título.

Observação: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas para o e-mail vilmanec@cursosnec.com

E-mails das salas de aula:

7º ano -->  alunos7b@cursosnec.com

8º ano -->  alunos8e@cursosnec.com
                alunos8f@cursosnec.com

9ºano -->  alunos9e@cursosnec.com
                alunos9f@cursosnec.com

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Um pouco do Congresso em Serra Negra


























Alguns dos trabalhos expostos 










Algumas imagens expostas










Profª Solange (matemática)




                                    Aguardem ... tem muito mais...

quinta-feira, 29 de agosto de 2013


Promover a prática de exercícios físicos e estimular a coordenação e atividade motora dos alunos da rede estadual é o objeto do Agita Galera. Também faz parte da proposta do programa promover o estilo de vida ativa e levantar a discussão sobre a importância das atividades corporais e motoras para a promoção da saúde nas escolas da Rede Estadual.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Atualizado: 28/08/2013 06:45 | Por BBC, BBC Brasil

Entre 'simbolismo e realidade', Obama discursa no mesmo local de Luther King



Famoso discurso 'Eu tenho um sonho' completa 50 anos, em meio a avanços - e também tensões - raciais nos EUA (© Getty Images)
Ao discursar no memorial ao presidente Lincoln, em Washington, nesta quarta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, caminhará mais uma vez sobre a linha que separa o homem do símbolo no contexto da história americana.
Homenageando o aniversário do famoso discurso I Have a Dream, proferido por Martin Luther King Jr da escadaria do mesmo monumento 50 anos antes, Obama representará ele mesmo a evolução dos direitos civis dos negros americanos neste meio século.
O presidente falará a um país onde os negros ainda são desproporcionalmente afetados por males econômicos e sociais.
Cinquenta anos atrás, Martin Luther King Jr referiu-se às desigualdades raciais históricas como uma dívida da sociedade americana com os afro-americanos.
Disse, em seu famoso discurso, que os autores da Constituição e da Declaração da Independência americanas prometeram a todos os americanos - negros e brancos - a garantia de 'direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade'.
'Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu ao povo negro um cheque sem fundo', disse Luther King.
Dívida histórica
Meio século depois, é indiscutível que o primeiro presidente negro represente a conquista de espaços que meio século antes permaneciam inacessíveis para os negros americanos.
Mas quanto da dívida a que se referia Martin Luther King terá sido paga ao fim dos oito anos de governo Obama?
A pobreza continua mais acentuada entre os negros: engloba 26% da população afro-americana, contra 14% de brancos e 11,6% da população geral em 2011, segundo o Censo.
A pobreza também atinge 37,4% das crianças negras, comparado a uma taxa de 22% para a população geral.
Os negros são mais afetados pelo desemprego (12,6% em julho, contra 6,6% entre brancos e 7,4% entre a população geral) e compõem a maior parte da população carcerária (cerca de 40%, sendo que compreendem 14% da população).
Estatísticas semelhantes estão disponíveis para outros aspectos socioeconômicos.
Apesar disso, têm sido visto recentemente na sociedade americana o desmantelamento de algumas conquistas na esteira do movimento por direitos civis nos anos 1960.
Neste ano, o Supremo americano inverteu a lógica das ações afirmativas nas universidades, obrigando as instituições a comprovar que as suas medidas trazem benefícios - antes, cabia a quem disputasse as ações o ônus de argumentar contra elas.
A Corte também derrubou recentemente partes da lei aprovada em 1965 para coibir a discriminação nos procedimentos eleitorais.
A decisão facilita que nove Estados, a maioria no sul americano com histórico de racismo, aprovem mudanças no processo eleitoral que, antes, tinham de passar por escrutínio federal.
Tensões raciais
Os Estados Unidos de Barack Obama são também um país onde as tensões raciais ainda voltam à superfície - como após a absolvição de George Zimmerman, um patrulheiro voluntário branco que matou o adolescente negro Trayvor Martin, na Flórida, após segui-lo e confrontá-lo.
A absolvição de Zimmerman ocorreu dentro da lei - seus advogados construíram seus argumentos com base na tese de autodefesa.
Mas o profundo ressentimento da comunidade negra americana no caso - a indignação pela possibilidade de que Trayvor Martin tenha levantado desconfiança e sido abordado simplesmente pela cor da sua pele - permanece sem resposta.
Coincidência ou não, foi pouco depois da conclusão do júri que Obama anunciou a sua homenagem a Luther King Jr no exato local onde o ícone da luta afro-americana proferiu seu histórico discurso.
'É importante reconhecer que a comunidade afro-americana está vendo esse tema (a absolvição de Zimmerman) pelo prisma de uma série de experiências e uma história que... que não desaparecem', desabafou Obama a repórteres, em uma participação não anunciada na sala de briefings da Casa Branca.
'Poucos afro-americanos', ele frisou, nunca tiveram de passar por constrangimentos como serem seguidos pela segurança em uma loja de departamentos, notarem mulheres agarrando-se às bolsas na sua presença, ou perceberem que motoristas de carros estacionados travaram as portas quando eles passaram.
'Isto aconteceu comigo', solidarizou-se o presidente. 'Sabe, não quero exagerar, mas estas experiências influenciam a forma como a comunidade afro-americana interpreta o que aconteceu naquela noite na Flórida. E é inevitável que as pessoas tragam à tona suas próprias experiências.'
Do símbolo à realidade
É nestes momentos que Obama dá sinais de querer transitar da sua posição de símbolo para agente na evolução dos negros na sociedade americana. Sua homenagem a Martin Luther King Jr, nesta quarta, é outra oportunidade.
Mesmo com uma enxurrada de votos em 2008 e em 2012, o primeiro presidente negro dos EUA nunca teve o luxo de governar sem pisar em ovos na questão da discriminação racial. Seria jogar água no moinho de uma oposição radical que já lhe acusa de estrangeiro, comunista, antiamericano.
De fato, a identidade de Obama, filho de um queniano negro e uma branca americana, criado no Havaí e tendo passado boa parte da sua infância na Indonésia, é complexa.
Porém, como o próprio presidente lembrou, isso não o livrou de experiências discriminatórias como milhões de outros negros americanos.
Essas experiências contribuíram para a formação do senador que fez sua trajetória política trabalhando nos subúrbios pobres ao sul de Chicago, majoritariamente negros e castigados por pobreza, violência e ausência de perspectivas.
Quando o agora presidente falar ao país da escadaria do monumento a Lincoln, estará inevitavelmente medindo o simbolismo da sua chegada ao poder com os resultados concretos dessa trajetória.
Em última instância, será um exame de quanto se fizeram valer as palavras de Martin Luther King Jr meio século antes - as famosas palavras de seu 'sonho' de que seus filhos sejam julgados não 'pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter'.
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veja mais



Leia o texto e responda as questões (da lousa) no caderno.
Obs.:  Favor enviar  por e-mail da sala de aula a produção de texto.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

                               JORGE AMADO

Jorge Amado de Faria was a Brazilian writer of the Modernist school.
He was the best-known of modern Brazilian writers, his extensive work having been translated into some 30 languages and popularized in film, notably Dona Flor and her Two Husbands, (in Portuguese,Dona Flor e Seus Dois Maridos) in 1978. 
His work dealt largely with the poor urban black and mulatto communities of Bahia.            
                                                                                 (Wikipedia)