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sexta-feira, 14 de junho de 2013
Encontre no caça palavras 18 nomes de veículos (texto Amor Veiculado)
Conto Oriental

A semente da verdade --> Um imperador à procura de um sucessor, um avô e um menino que adorava cuidar das plantas envolvem-se nesta história sobre o valor da ética e da honestidade. O que fazer quando algo parece não ter dado certo? Este conto oriental inspirará o leitor a descobrir bons caminhos, mesmo quando tudo parece perdido.
Giuliana Capello
Com muita delicadeza, este conto folclórico oriental recontado pela autora traz lindas lições de vida aprendidas pelo jovem Thai, um menino responsável e honesto que adorava dedicar seu tempo a seu jardim. Todos os dias, ele cuidava com carinho de suas cerejeiras, bambus, orquídeas e outras plantas. Em sua família, dizia-se até que Thai era filho da terra e neto do tempo - este, aliás, que ele tinha como aliado da beleza.
Um dia, todas as crianças do reino foram chamadas pelo imperador. Sem filhos nem parentes próximos, ele precisava encontrar um sucessor digno de assumir o trono. O imperador, então, distribuiu uma semente a cada uma das crianças e deu a elas a tarefa de cultivá-la durante um ano, deixando que a semente ensinasse uma bela lição.
Thai sabia que era um ótimo jardineiro, mas, com o tempo, a esperança de levar uma bela planta ao imperador foi ficando cada vez menor. A semente, por mais que ele se dedicasse a ela, não brotava.
Após um ano, era tempo de apresentar a planta ao imperador e Thai não sabia o que fazer. Seu avô, então, disse-lhe para ir até o imperador e contar a verdade a ele. Chegando ao palácio, Thai se sentiu envergonhado, pois todas as crianças levavam consigo uma belíssima planta.
A decisão de Thai sobre como agir diante da situação e a reação do imperador frente ao menino são inspirações que o livro oferece ao leitor, com encantamento e uma boa dose de sabedoria.
Um dia, todas as crianças do reino foram chamadas pelo imperador. Sem filhos nem parentes próximos, ele precisava encontrar um sucessor digno de assumir o trono. O imperador, então, distribuiu uma semente a cada uma das crianças e deu a elas a tarefa de cultivá-la durante um ano, deixando que a semente ensinasse uma bela lição.
Thai sabia que era um ótimo jardineiro, mas, com o tempo, a esperança de levar uma bela planta ao imperador foi ficando cada vez menor. A semente, por mais que ele se dedicasse a ela, não brotava.
Após um ano, era tempo de apresentar a planta ao imperador e Thai não sabia o que fazer. Seu avô, então, disse-lhe para ir até o imperador e contar a verdade a ele. Chegando ao palácio, Thai se sentiu envergonhado, pois todas as crianças levavam consigo uma belíssima planta.
A decisão de Thai sobre como agir diante da situação e a reação do imperador frente ao menino são inspirações que o livro oferece ao leitor, com encantamento e uma boa dose de sabedoria.
Interpretação do texto "Menininho doente" de Mário Quintana
1- Na primeira estrofe aparece um verbo com sentido passivo em oposição a outro verbo que indica movimento. Assinale a alternativa que confirma a afirmação anterior:
a. bater - ouve b. ouve - partem c. partem - bater d. há - partem
2- Este sentido passivo é resultado da palavra:
a. rua b. escola c. doente d. sapateiro
3- O advérbio "sonhadoramente" pode muito bem representar:
a. o estado sonolento do menino b. o desejo de acompanhar os colegas para a escola
c. a dor do sofrimento físico d. a vontade de imitar o sapateiro
4- O carpinteiro, em frente, parecia ter um gosto especial pela música. Que tipo de música ele cantarolava?
a. tangos argentinos b. sambas brasileiros
c. valsas vienenses d. canções italianas
5- O que realmente fez diminuir o sofrimento do menininho doente foi captado pelo sentido:
a. auditivo b. visual c. táctil d. gustativo
6- "Mas nesta rua há um operário triste". Quem é esse operário?
a. o menino b. o sapateiro c. o poeta d. o carpinteiro
7- O adjetivo que melhor caracteriza a manhã da rua do menininho doente é:
a. sonhadoramente b. napolitana
c. sonora d. triste
8- A palavra que contrasta com a resposta do item anterior é:
a. triste b. silenciosamente c. canto d. sofrimento
9- A quem o poeta dedica o seu soneto:
a. ao silêncio da manhã b. ao sapateiro e ao carpinteiro
c. ao menininho doente d. à rua onde mora
1- Na primeira estrofe aparece um verbo com sentido passivo em oposição a outro verbo que indica movimento. Assinale a alternativa que confirma a afirmação anterior:
a. bater - ouve b. ouve - partem c. partem - bater d. há - partem
2- Este sentido passivo é resultado da palavra:
a. rua b. escola c. doente d. sapateiro
3- O advérbio "sonhadoramente" pode muito bem representar:
a. o estado sonolento do menino b. o desejo de acompanhar os colegas para a escola
c. a dor do sofrimento físico d. a vontade de imitar o sapateiro
4- O carpinteiro, em frente, parecia ter um gosto especial pela música. Que tipo de música ele cantarolava?
a. tangos argentinos b. sambas brasileiros
c. valsas vienenses d. canções italianas
5- O que realmente fez diminuir o sofrimento do menininho doente foi captado pelo sentido:
a. auditivo b. visual c. táctil d. gustativo
6- "Mas nesta rua há um operário triste". Quem é esse operário?
a. o menino b. o sapateiro c. o poeta d. o carpinteiro
7- O adjetivo que melhor caracteriza a manhã da rua do menininho doente é:
a. sonhadoramente b. napolitana
c. sonora d. triste
8- A palavra que contrasta com a resposta do item anterior é:
a. triste b. silenciosamente c. canto d. sofrimento
9- A quem o poeta dedica o seu soneto:
a. ao silêncio da manhã b. ao sapateiro e ao carpinteiro
c. ao menininho doente d. à rua onde mora
Leia o texto abaixo e responda as questões a seguir no "comentário". Identifique-se (nome, série, nº e data)
Menininho doente, Mário Quintana

Na minha rua há um menininho doente.
Enquanto os outros partem para a escola,
junto à janela, sonhadoramente,
ele ouve o sapateiro bater sola.
Ouve também o carpinteiro, em frente,
Que uma canção napolitana engrola.
E pouco a pouco, gradativamente,
o sofrimento que ele tem se evola...
Mas nesta rua há um operário triste:
não canta nada na manhã sonora,
e o menino nem sonha que ele existe.
Ele trabalha silenciosamente...
E está compondo este soneto agora
pra alminha boa do menino doente.
Menininho doente, Mário Quintana

Na minha rua há um menininho doente.
Enquanto os outros partem para a escola,
junto à janela, sonhadoramente,
ele ouve o sapateiro bater sola.
Ouve também o carpinteiro, em frente,
Que uma canção napolitana engrola.
E pouco a pouco, gradativamente,
o sofrimento que ele tem se evola...
Mas nesta rua há um operário triste:
não canta nada na manhã sonora,
e o menino nem sonha que ele existe.
Ele trabalha silenciosamente...
E está compondo este soneto agora
pra alminha boa do menino doente.
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